O seu a seu dono, e em obediência ao brocardo, importa referir que a foto que se expõe no cabeçalho, foi importada do extinto figueira.net, página pertencente a António Cruz.
A este, o meu obrigado.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Transcrito de um outro projecto de blogue.
Prólogo.
Pobre terra que não merece as pessoas que lhe calharam em sorte ( azar, digo eu!).
Do bonito se faz feio, e Buarcos merecia bem melhor.
Nos tempos de antanho, em que só a praia da Figueira se conhecia, a Buarcos criticava-se a pobreza, o aspecto indigente, reflexo da gente que acolhia na bonomia da sua enseada.
Mas, tenho para mim que o tempo, mesmo que de progresso, em nada lhe evoluiu a estética. Antes pelo contrário!
Buarcos é hoje um local desregrado, maltratado, desrespeitado, feio.
Culpa exclusiva dos Buarcosenses e da sua paradigmática falta de senso de pertença, vulgo bairrismo.
O desinteresse ( deles, meu, nosso de todos), a falta de orgulho, de vaidade até, conduziu-nos à alternância de um mês de selvajaria, com 11 meses de pachorrenta e inerte modorra.
A Figueira finge que Buarcos inexiste, despreza-a e, porque lho permitem, espezinha-a sem oposição de quem a deveria defender; os de cá!
Que me lembre, nunca me apercebi que Buarcos fosse publicitado. Nunca a vi na televisão, nos jornais, nas montras de agências de viagem.
Mesmo quando a Figueira estava na moda, era só ela, e nunca o lugarejo na ponta norte da enseada.
Politiquices ao largo, sempre me pareceu que os autarcas locais ora se colocam de cócoras perante o poder da Câmara, ou pura e simplesmente viram igual parte da anatomia aos Buarcosenses.
Triste terra. Gente triste.
Pobre terra que não merece as pessoas que lhe calharam em sorte ( azar, digo eu!).
Do bonito se faz feio, e Buarcos merecia bem melhor.
Nos tempos de antanho, em que só a praia da Figueira se conhecia, a Buarcos criticava-se a pobreza, o aspecto indigente, reflexo da gente que acolhia na bonomia da sua enseada.
Mas, tenho para mim que o tempo, mesmo que de progresso, em nada lhe evoluiu a estética. Antes pelo contrário!
Buarcos é hoje um local desregrado, maltratado, desrespeitado, feio.
Culpa exclusiva dos Buarcosenses e da sua paradigmática falta de senso de pertença, vulgo bairrismo.
O desinteresse ( deles, meu, nosso de todos), a falta de orgulho, de vaidade até, conduziu-nos à alternância de um mês de selvajaria, com 11 meses de pachorrenta e inerte modorra.
A Figueira finge que Buarcos inexiste, despreza-a e, porque lho permitem, espezinha-a sem oposição de quem a deveria defender; os de cá!
Que me lembre, nunca me apercebi que Buarcos fosse publicitado. Nunca a vi na televisão, nos jornais, nas montras de agências de viagem.
Mesmo quando a Figueira estava na moda, era só ela, e nunca o lugarejo na ponta norte da enseada.
Politiquices ao largo, sempre me pareceu que os autarcas locais ora se colocam de cócoras perante o poder da Câmara, ou pura e simplesmente viram igual parte da anatomia aos Buarcosenses.
Triste terra. Gente triste.
Renovação.
Finalmente, alguma obra que se veja ( esta vê-se muito bem!).
A 5 de Outubro mais parece (é!) um estaleiro de obras. Segundo dá para perceber, todas as condutas de saneamento vão ser mudadas, e o piso, espera-se, melhorado. Acho muito bem. E acharia também de uma enorme clarividência, se após o término das obras, determinassem o encerramento daquela rua ao trânsito automóvel. Sim, sei que há pessoas com garagens, e negócios que precisam de ser abastecidos. Criem-se permissões especiais para os que realmente utilizam as garagens ( e só esses!), e iguais faculdades para os fornecedores ou titulares de negócios que precisem do acesso para abastecer. Mas só a estes, e fiscalizando e prevenindo o acesso a outros. Mas atentando na falta de sensatez e civismo que se pode constatar na utilização da agora encerrada Rua Goltz de Carvalho, antevejo grande azáfama para os "fiscais". Mas se só aprendem pela repressão, reprima-se sem dó. Também,alguns dirão que são mais umas centenas de estacionamentos que se perdem, logo, menos gente que aqui virá. Contudo, se bem repararem, o que não falta nos meses de férias são carros ( cada vez mais), e nem por isso se vê um qualquer acréscimo nos negócios (ou pelo menos, assim dizem os comerciantes).
É que, na minha subjectivíssima opinião e sem qualquer estudo à frente, não vejo qualquer mais-valia em ter 3000 viaturas a chegar todos os dias a Buarcos, quando a esmagadora maioria dos ocupantes daquelas, apenas vem usufruir da praia, não deixando nem um cêntimo em qualquer área de comércio local. E se acham que exagero, percam um bocadinho do vosso tempo, e atentem nas filas ao fim da tarde em direcção à saída, e nos lugares vazios nos parques de estacionamento. E já não é de agora.
Se me disserem que fica bem uma praia cheia e um lugar completamente congestionado de viaturas estacionadas nos mais estranhos locais, muitas vezes sem qualquer respeito pela livre circulação, e que isso significa que temos um qualquer recorde de frequentadores, logo, somos os maiores, então, seja. Eu discordo.
Veremos mais adiante.
A 5 de Outubro mais parece (é!) um estaleiro de obras. Segundo dá para perceber, todas as condutas de saneamento vão ser mudadas, e o piso, espera-se, melhorado. Acho muito bem. E acharia também de uma enorme clarividência, se após o término das obras, determinassem o encerramento daquela rua ao trânsito automóvel. Sim, sei que há pessoas com garagens, e negócios que precisam de ser abastecidos. Criem-se permissões especiais para os que realmente utilizam as garagens ( e só esses!), e iguais faculdades para os fornecedores ou titulares de negócios que precisem do acesso para abastecer. Mas só a estes, e fiscalizando e prevenindo o acesso a outros. Mas atentando na falta de sensatez e civismo que se pode constatar na utilização da agora encerrada Rua Goltz de Carvalho, antevejo grande azáfama para os "fiscais". Mas se só aprendem pela repressão, reprima-se sem dó. Também,alguns dirão que são mais umas centenas de estacionamentos que se perdem, logo, menos gente que aqui virá. Contudo, se bem repararem, o que não falta nos meses de férias são carros ( cada vez mais), e nem por isso se vê um qualquer acréscimo nos negócios (ou pelo menos, assim dizem os comerciantes).
É que, na minha subjectivíssima opinião e sem qualquer estudo à frente, não vejo qualquer mais-valia em ter 3000 viaturas a chegar todos os dias a Buarcos, quando a esmagadora maioria dos ocupantes daquelas, apenas vem usufruir da praia, não deixando nem um cêntimo em qualquer área de comércio local. E se acham que exagero, percam um bocadinho do vosso tempo, e atentem nas filas ao fim da tarde em direcção à saída, e nos lugares vazios nos parques de estacionamento. E já não é de agora.
Se me disserem que fica bem uma praia cheia e um lugar completamente congestionado de viaturas estacionadas nos mais estranhos locais, muitas vezes sem qualquer respeito pela livre circulação, e que isso significa que temos um qualquer recorde de frequentadores, logo, somos os maiores, então, seja. Eu discordo.
Veremos mais adiante.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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