Dizia-me uma amiga, que no caso dela, o despertar tardio se deveu ao facto de apenas ter encontrado homens desinteressantes. Tenho-a, a minha amiga, em enormíssima conta. Mas confesso que esta coisa do "interessante", para mim, ainda se encontra completamente velada. E as mulheres a quem questiono, apenas adensam mais o "mistério" e revelam um claríssimo dissenso entre as respectivas conceptualizações.
Enfim, gajas!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Clube das Virgens.
Jornal Público, P2, Clube das Virgens. Entrevista com a fundadora/presidente. 26 anos. Está à espera do príncipe encantado. Original.
Pior é se lhe sai um de pila pequena ( sim, elas mentem quando dizem que o tamanho não conta!), e com problemas em passar a marca dos 10 minutos. Obviamente, não lhe desejo nada disso! Mas não me surpreenderia que daqui a uns anos esteja a lamentar as quecas que deixou de dar à espera do sapo, perdão, do príncipe.
Pior é se lhe sai um de pila pequena ( sim, elas mentem quando dizem que o tamanho não conta!), e com problemas em passar a marca dos 10 minutos. Obviamente, não lhe desejo nada disso! Mas não me surpreenderia que daqui a uns anos esteja a lamentar as quecas que deixou de dar à espera do sapo, perdão, do príncipe.
sábado, 25 de abril de 2009
Terra dos mortos.
Não, não tenho qualquer tara mórbida com o prefixo necro.
Acompanhei o funeral de uma pessoa conhecida e, como de quando em vez faço, cirandei pelo meio das campas, reparando em caras e datas. Como sempre acontece, deparei-me com rostos da minha infância e adolescência, algumas das quais, confesso, estavam completamente esquecidas, e outras que pura e simplesmente desconhecia terem falecido. É avassalador que tanta gente da nossa vida parta deste mundo sem que nos apercebamos. A mim, entristece-me.
Acompanhei o funeral de uma pessoa conhecida e, como de quando em vez faço, cirandei pelo meio das campas, reparando em caras e datas. Como sempre acontece, deparei-me com rostos da minha infância e adolescência, algumas das quais, confesso, estavam completamente esquecidas, e outras que pura e simplesmente desconhecia terem falecido. É avassalador que tanta gente da nossa vida parta deste mundo sem que nos apercebamos. A mim, entristece-me.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Euromilhões.
Quando há jackpots, o tema de conversa é recorrente: o que farias com 75.000.000€?
E muitos respondem que não sabem o "que é isso"! Presumo eu que queiram dizer que não conseguem imaginar tal quantia de dinheiro. É a dificuldade endógena que temos para lidar com grandezas de alguma ordem ( e já agora, com as escalas pequeníssimas).
Pois bem, eu dou uma ajudinha:
O jackpot de hoje, daria para comprar 4.285.714 pares de Calvin Klein Body Trunk, os quais se vendem a 17,50€. E se isto não chega, digamos que daria para alguém mudar de roupa interior, todos os dias ( há quem não o faça!!), durante...11.741 anos!! :)
Se tiver ajudado alguém a perceber o montante que está em causa, melhor. Se não, pelo menos terá ficado a saber quanto custam uns Calvin Klein Body Trunk. :)
P.S. Declaração de interesses: eu também joguei, sei quanto está em causa, e tenho taaaaaanntos planos para esse dinheiro!!!! :)
E muitos respondem que não sabem o "que é isso"! Presumo eu que queiram dizer que não conseguem imaginar tal quantia de dinheiro. É a dificuldade endógena que temos para lidar com grandezas de alguma ordem ( e já agora, com as escalas pequeníssimas).
Pois bem, eu dou uma ajudinha:
O jackpot de hoje, daria para comprar 4.285.714 pares de Calvin Klein Body Trunk, os quais se vendem a 17,50€. E se isto não chega, digamos que daria para alguém mudar de roupa interior, todos os dias ( há quem não o faça!!), durante...11.741 anos!! :)
Se tiver ajudado alguém a perceber o montante que está em causa, melhor. Se não, pelo menos terá ficado a saber quanto custam uns Calvin Klein Body Trunk. :)
P.S. Declaração de interesses: eu também joguei, sei quanto está em causa, e tenho taaaaaanntos planos para esse dinheiro!!!! :)
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Senso-comum?
Pois. O senso, que dizem ser comum, afinal, não é tão comum assim. Basta atentar no que faz notícia e, num registo de maior proximidade, em alguns casos que se passam em torno a nós. A mim, por exemplo, toca-me um caso em que, fosse eu o decisor, mandava internar compulsivamente a vítima ( posição processual) e o agressor ( arguido, posição processual).
Dasse!!!!
Dasse!!!!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Baja Figueira.
De casa para o escritório, apercebo-me que nenhuma das ruas por onde passo, possui um piso que se possa considerar sequer aceitável. Buracos, desníveis, trincheiras transversais de obras feitas pelos srs. prestadores de serviços. Se não pelos residentes, pelo menos pelos turistas, pavimentem-me a merda das ruas!!!!!
terça-feira, 21 de abril de 2009
Encenação.
Há gente ( eu não disse pessoas!)com uma capacidade teatral invulgar. Invejo-as às vezes, durante alguns segundos, mas logo me arrependo. Esperemos que a audiência se aperceba de que o guião é ficcional.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Com a devida vénia.
O seu a seu dono, e em obediência ao brocardo, importa referir que a foto que se expõe no cabeçalho, foi importada do extinto figueira.net, página pertencente a António Cruz.
A este, o meu obrigado.
A este, o meu obrigado.
Transcrito de um outro projecto de blogue.
Prólogo.
Pobre terra que não merece as pessoas que lhe calharam em sorte ( azar, digo eu!).
Do bonito se faz feio, e Buarcos merecia bem melhor.
Nos tempos de antanho, em que só a praia da Figueira se conhecia, a Buarcos criticava-se a pobreza, o aspecto indigente, reflexo da gente que acolhia na bonomia da sua enseada.
Mas, tenho para mim que o tempo, mesmo que de progresso, em nada lhe evoluiu a estética. Antes pelo contrário!
Buarcos é hoje um local desregrado, maltratado, desrespeitado, feio.
Culpa exclusiva dos Buarcosenses e da sua paradigmática falta de senso de pertença, vulgo bairrismo.
O desinteresse ( deles, meu, nosso de todos), a falta de orgulho, de vaidade até, conduziu-nos à alternância de um mês de selvajaria, com 11 meses de pachorrenta e inerte modorra.
A Figueira finge que Buarcos inexiste, despreza-a e, porque lho permitem, espezinha-a sem oposição de quem a deveria defender; os de cá!
Que me lembre, nunca me apercebi que Buarcos fosse publicitado. Nunca a vi na televisão, nos jornais, nas montras de agências de viagem.
Mesmo quando a Figueira estava na moda, era só ela, e nunca o lugarejo na ponta norte da enseada.
Politiquices ao largo, sempre me pareceu que os autarcas locais ora se colocam de cócoras perante o poder da Câmara, ou pura e simplesmente viram igual parte da anatomia aos Buarcosenses.
Triste terra. Gente triste.
Pobre terra que não merece as pessoas que lhe calharam em sorte ( azar, digo eu!).
Do bonito se faz feio, e Buarcos merecia bem melhor.
Nos tempos de antanho, em que só a praia da Figueira se conhecia, a Buarcos criticava-se a pobreza, o aspecto indigente, reflexo da gente que acolhia na bonomia da sua enseada.
Mas, tenho para mim que o tempo, mesmo que de progresso, em nada lhe evoluiu a estética. Antes pelo contrário!
Buarcos é hoje um local desregrado, maltratado, desrespeitado, feio.
Culpa exclusiva dos Buarcosenses e da sua paradigmática falta de senso de pertença, vulgo bairrismo.
O desinteresse ( deles, meu, nosso de todos), a falta de orgulho, de vaidade até, conduziu-nos à alternância de um mês de selvajaria, com 11 meses de pachorrenta e inerte modorra.
A Figueira finge que Buarcos inexiste, despreza-a e, porque lho permitem, espezinha-a sem oposição de quem a deveria defender; os de cá!
Que me lembre, nunca me apercebi que Buarcos fosse publicitado. Nunca a vi na televisão, nos jornais, nas montras de agências de viagem.
Mesmo quando a Figueira estava na moda, era só ela, e nunca o lugarejo na ponta norte da enseada.
Politiquices ao largo, sempre me pareceu que os autarcas locais ora se colocam de cócoras perante o poder da Câmara, ou pura e simplesmente viram igual parte da anatomia aos Buarcosenses.
Triste terra. Gente triste.
Renovação.
Finalmente, alguma obra que se veja ( esta vê-se muito bem!).
A 5 de Outubro mais parece (é!) um estaleiro de obras. Segundo dá para perceber, todas as condutas de saneamento vão ser mudadas, e o piso, espera-se, melhorado. Acho muito bem. E acharia também de uma enorme clarividência, se após o término das obras, determinassem o encerramento daquela rua ao trânsito automóvel. Sim, sei que há pessoas com garagens, e negócios que precisam de ser abastecidos. Criem-se permissões especiais para os que realmente utilizam as garagens ( e só esses!), e iguais faculdades para os fornecedores ou titulares de negócios que precisem do acesso para abastecer. Mas só a estes, e fiscalizando e prevenindo o acesso a outros. Mas atentando na falta de sensatez e civismo que se pode constatar na utilização da agora encerrada Rua Goltz de Carvalho, antevejo grande azáfama para os "fiscais". Mas se só aprendem pela repressão, reprima-se sem dó. Também,alguns dirão que são mais umas centenas de estacionamentos que se perdem, logo, menos gente que aqui virá. Contudo, se bem repararem, o que não falta nos meses de férias são carros ( cada vez mais), e nem por isso se vê um qualquer acréscimo nos negócios (ou pelo menos, assim dizem os comerciantes).
É que, na minha subjectivíssima opinião e sem qualquer estudo à frente, não vejo qualquer mais-valia em ter 3000 viaturas a chegar todos os dias a Buarcos, quando a esmagadora maioria dos ocupantes daquelas, apenas vem usufruir da praia, não deixando nem um cêntimo em qualquer área de comércio local. E se acham que exagero, percam um bocadinho do vosso tempo, e atentem nas filas ao fim da tarde em direcção à saída, e nos lugares vazios nos parques de estacionamento. E já não é de agora.
Se me disserem que fica bem uma praia cheia e um lugar completamente congestionado de viaturas estacionadas nos mais estranhos locais, muitas vezes sem qualquer respeito pela livre circulação, e que isso significa que temos um qualquer recorde de frequentadores, logo, somos os maiores, então, seja. Eu discordo.
Veremos mais adiante.
A 5 de Outubro mais parece (é!) um estaleiro de obras. Segundo dá para perceber, todas as condutas de saneamento vão ser mudadas, e o piso, espera-se, melhorado. Acho muito bem. E acharia também de uma enorme clarividência, se após o término das obras, determinassem o encerramento daquela rua ao trânsito automóvel. Sim, sei que há pessoas com garagens, e negócios que precisam de ser abastecidos. Criem-se permissões especiais para os que realmente utilizam as garagens ( e só esses!), e iguais faculdades para os fornecedores ou titulares de negócios que precisem do acesso para abastecer. Mas só a estes, e fiscalizando e prevenindo o acesso a outros. Mas atentando na falta de sensatez e civismo que se pode constatar na utilização da agora encerrada Rua Goltz de Carvalho, antevejo grande azáfama para os "fiscais". Mas se só aprendem pela repressão, reprima-se sem dó. Também,alguns dirão que são mais umas centenas de estacionamentos que se perdem, logo, menos gente que aqui virá. Contudo, se bem repararem, o que não falta nos meses de férias são carros ( cada vez mais), e nem por isso se vê um qualquer acréscimo nos negócios (ou pelo menos, assim dizem os comerciantes).
É que, na minha subjectivíssima opinião e sem qualquer estudo à frente, não vejo qualquer mais-valia em ter 3000 viaturas a chegar todos os dias a Buarcos, quando a esmagadora maioria dos ocupantes daquelas, apenas vem usufruir da praia, não deixando nem um cêntimo em qualquer área de comércio local. E se acham que exagero, percam um bocadinho do vosso tempo, e atentem nas filas ao fim da tarde em direcção à saída, e nos lugares vazios nos parques de estacionamento. E já não é de agora.
Se me disserem que fica bem uma praia cheia e um lugar completamente congestionado de viaturas estacionadas nos mais estranhos locais, muitas vezes sem qualquer respeito pela livre circulação, e que isso significa que temos um qualquer recorde de frequentadores, logo, somos os maiores, então, seja. Eu discordo.
Veremos mais adiante.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
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