domingo, 28 de março de 2010
5 de Outubro...ainda.
Devem ser os 500 metros mais morosos da história da construção/reconstrução/recuperação/remodelação/modernização recente. Até aposto que a culpa vai cair no "inverno rigoroso".
LoL ( Laughing out Loud ou, rindo à gargalhada!)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Público - Portugal é uma gincana
Público - Portugal é uma gincana
E destaco o seguinte parágrafo:
"A isto soma-se a falta de fiscalização, outro problema tão ou mais grave do que a reacção tardia. "Não há um controlo de qualidade dos trabalhos executados. Se a qualidade não for verificada pelo dono da obra, é possível que o adjudicatário não use uma qualidade tão boa, para obter um lucro maior", sublinha Luís de Picado Santos, professor e investigador do Instituto Superior Técnico, em Lisboa. "Tecnologicamente, não há nenhuma razão para os pavimentos realizados em Portugal serem de qualidade inferior a quaisquer outros. Agora há contingências de construção que são usualmente pouco fiscalizadas por parte dos donos da rede, as quais podem induzir menor qualidade final".
Depois, é a miséria que se vê.
E destaco o seguinte parágrafo:
"A isto soma-se a falta de fiscalização, outro problema tão ou mais grave do que a reacção tardia. "Não há um controlo de qualidade dos trabalhos executados. Se a qualidade não for verificada pelo dono da obra, é possível que o adjudicatário não use uma qualidade tão boa, para obter um lucro maior", sublinha Luís de Picado Santos, professor e investigador do Instituto Superior Técnico, em Lisboa. "Tecnologicamente, não há nenhuma razão para os pavimentos realizados em Portugal serem de qualidade inferior a quaisquer outros. Agora há contingências de construção que são usualmente pouco fiscalizadas por parte dos donos da rede, as quais podem induzir menor qualidade final".
Depois, é a miséria que se vê.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Roubaram a Medroa!!
Talvez o título não faça muito sentido para quem não é de Buarcos, mas aos que são, seguramente os levará a olhar para o mar e ver o que foi "roubado".
Alguns dias antes:

Hoje:

Ainda não? Eu dou uma pista:
Tinha 3 pernas, era feito de carril de ferrovia, e os Buarcosenses apelidaram-no "pau de maré". Os mais eruditos chamar-lhe-iam marégrafo.
E fazia parte do "cenário" desde sempre! ( para mim, e atendendo à minha idade, literalmente!)
Senhor Presidente da Junta, não quer voltar a colocá-lo no lugar?
Se sim, conte com os meus préstimos.
Alguns dias antes:
Hoje:
Ainda não? Eu dou uma pista:
Tinha 3 pernas, era feito de carril de ferrovia, e os Buarcosenses apelidaram-no "pau de maré". Os mais eruditos chamar-lhe-iam marégrafo.
E fazia parte do "cenário" desde sempre! ( para mim, e atendendo à minha idade, literalmente!)
Senhor Presidente da Junta, não quer voltar a colocá-lo no lugar?
Se sim, conte com os meus préstimos.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Repristinação a caminho.
"1807 - A câmara de Buarcos tem necessidade imperiosa de conseguir receitas e congemina então métodos pouco ortodoxos como atribuir inúmeras multas aos moradores que traziam "porcos à solta nas ruas"."
In, http://www.antoniocruz.net/mostrar/datas/
Ainda bem que os autarcas não têm tempo para cuscar a internet.
In, http://www.antoniocruz.net/mostrar/datas/
Ainda bem que os autarcas não têm tempo para cuscar a internet.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Graveyard.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
A dança das algas.
Assim se podia chamar o vai-e-vem a que se assiste na praia de Buarcos. A maré sobe, as algas navegam, a maré desce, e elas encalham. Eu sei que a época balnear já acabou, e é menos premente retirar aquela massa da praia. Mas, e segundo a opinião de quem já viu mais disto do que eu ( e também segundo um raciocínio lógico), as algas "encalhadas" acabarão por apodrecer, e aí, em vez do agradável cheiro a maresia, teremos o nauseabundo cheiro a putrefacção. Curiosamente, por estes dias de chuva, lá andou a inevitável escavadora a abrir vala para escoar o acumulado da Várzea. Não teria dado para juntar um tractor com reboque, e dar solução ao problema sobredito?
E, tanto quanto sei, nenhum dos candidatos à autarquia se manifestou quanto a esta questão. E quando digo manifestar, falo de declaração formal, e não conversa de sede de campanha, de café ou no meio de uma qualquer ( agora famosas) arruada.
Os respectivos estrategas lá saberão o caminho que os respectivos candidatos deverão trilhar. Mas se a diferença se faz pelo pormenor ( este até é um "pormaior", atento o espesso manto de algas!), e sendo certo que ainda existe muita gente indecisa quanto ao sentido de voto, talvez ajudasse a clarificar quem está mesmo interessado em gerir, e quem apenas quer aparecer.
Digo eu.
E, tanto quanto sei, nenhum dos candidatos à autarquia se manifestou quanto a esta questão. E quando digo manifestar, falo de declaração formal, e não conversa de sede de campanha, de café ou no meio de uma qualquer ( agora famosas) arruada.
Os respectivos estrategas lá saberão o caminho que os respectivos candidatos deverão trilhar. Mas se a diferença se faz pelo pormenor ( este até é um "pormaior", atento o espesso manto de algas!), e sendo certo que ainda existe muita gente indecisa quanto ao sentido de voto, talvez ajudasse a clarificar quem está mesmo interessado em gerir, e quem apenas quer aparecer.
Digo eu.
sábado, 8 de agosto de 2009
...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O meu voto vai para...
Travessa que vai da Rua Goltz de Carvalho para a Rua da Medalha.
Travessa da Rua da Medalha.
Muralha, junto ao Café com o mesmo nome.
1ª Travessa da Rua Goltz de Carvalho.
...o candidato que, de forma séria, se comprometer a, pelo menos, não deixar que em pleno mês de Agosto, Buarcos tenha este aspecto:
sábado, 1 de agosto de 2009
Já...
...se esperava que saísse uma parvoíce deste tipo. Mas alguém acredita que o sentido cívico dos portugueses se compadece com a fórmula "apenas para moradores"?
Na minha cáustica opinião, o problema reside na falta de coragem para dizer "não". Mas se acham que mais carros equivale a mais e melhor turismo, fiat voluntas sua.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Quod Necessitas?
Sem querer dar ares de pompa e erudição, o título reflecte essencialmente uma pergunta que faço a mim mesmo inúmeras vezes:
"O que é essencial para Buarcos?"
Ocorrem-me de imediato:
1. Cosmética.
2. Policiamento.
3. Cosmética.
4. Disciplinamento e ampliação do estacionamento existente, especialmente em período de férias de Verão.
5. Cosmética.
Há mais, muito mais. E em muitas das coisas que Buarcos necessita, eu não pensei sequer. Mas sou um bom ouvinte/leitor. Disponho-me a ouvir/ler as opiniões/sugestões de outros.
P.S. Se acharem que no presente, Buarcos tem uma imagem suficientemente cuidada, ignorem os itens 1, 3 e 5.
"O que é essencial para Buarcos?"
Ocorrem-me de imediato:
1. Cosmética.
2. Policiamento.
3. Cosmética.
4. Disciplinamento e ampliação do estacionamento existente, especialmente em período de férias de Verão.
5. Cosmética.
Há mais, muito mais. E em muitas das coisas que Buarcos necessita, eu não pensei sequer. Mas sou um bom ouvinte/leitor. Disponho-me a ouvir/ler as opiniões/sugestões de outros.
P.S. Se acharem que no presente, Buarcos tem uma imagem suficientemente cuidada, ignorem os itens 1, 3 e 5.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
In Publico, 18.06.09
Deco contra as fortes variações praticadas no preço da água entre os vários concelhos do país
18.06.2009 - 07h15
Por José Manuel Rocha
O preço de cinco metros cúbicos de água fornecida pela rede pública tanto pode custar 0,75 euros (na Chamusca) como 8,34 euros (na Figueira da Foz). São os valores apurados pela Deco num observatório que engloba 41 municípios. A associação de defesa do consumidor exige transparência no sector e regulamentação que conduza à harmonização dos tarifários que estão a ser praticados.A Deco, em comunicado emitido ontem, considera que as disparidades observadas nos concelhos que tem sob monitorização “são manifestamente injustas para os consumidores” e acrescenta que as diferenças apuradas não têm “qualquer tipo de justificação económico-financeira”.Os preços mais baixos de fornecimento de água encontram-se nos concelhos onde é a câmara local a gerir o serviço. É o caso do município onde se apura o valor de fundo de tabela – Chamusca. Situações idênticas ocorrem em Ponte de Lima, em Caminha, em Évora e em Vila Viçosa.Onde o serviço foi concessionado a empresas do sector privado, o caso muda de figura: os valores são geralmente mais elevados. É o caso da Figueira da Foz, onde cinco metros cúbicos de água custam 8,34 euros (este valor inclui a componente volumétrica e a tarifa fixa mensal). Outros exemplos podem ser avançados: Mafra (7,87 euros), Tavira (6,50), Matosinhos (5,68). A média de preços apurada pela Deco para o total dos concelhos analisados é de 4,97 euros por cinco metros cúbicos. Para além das disparidades de preços, a DECO detectou também uma enorme diversidade de escalões de contagem, que podem ir de apenas 2 (Mafra) a 18 (Castelo Branco), desconformidades na dimensão dos escalões e diferentes formas de cálculo do valor a pagar. Há municípios, diz a associação, que fazem com que o utente pague todo o consumo com base no custo do escalão do último metro cúbico.A DECO propõe, num movimento que apelidou de “Água a Preço Justo”, que sejam harmonizadas, em todo o país, as estruturas tarifárias de água, nomeadamente através da utilização de “um número homogéneo e racional de escalões na componente volumétrica do tarifário”. A associação pretende, ainda, que seja estabelecida uma estrutura de tarifas simples e transparente, de forma a que o consumidor fique claramente informado sobre o valor que tem de pagar.A correcção de injustiças implica, para a Deco, o fim dos contratos que impõe, para a totalidade do consumo, o preço do escalão do último metro cúbico consumido. E a transparência determina, segundo a associação de defesa do consumidor, que as empresas que gerem os serviços publicitem a justificação dos valores cobrados.
A DECO demora a tirar conclusões. Com esta notícia, aposto que vai renascer o movimento contra o preço da água na Figueira.
Deco contra as fortes variações praticadas no preço da água entre os vários concelhos do país
18.06.2009 - 07h15
Por José Manuel Rocha
O preço de cinco metros cúbicos de água fornecida pela rede pública tanto pode custar 0,75 euros (na Chamusca) como 8,34 euros (na Figueira da Foz). São os valores apurados pela Deco num observatório que engloba 41 municípios. A associação de defesa do consumidor exige transparência no sector e regulamentação que conduza à harmonização dos tarifários que estão a ser praticados.A Deco, em comunicado emitido ontem, considera que as disparidades observadas nos concelhos que tem sob monitorização “são manifestamente injustas para os consumidores” e acrescenta que as diferenças apuradas não têm “qualquer tipo de justificação económico-financeira”.Os preços mais baixos de fornecimento de água encontram-se nos concelhos onde é a câmara local a gerir o serviço. É o caso do município onde se apura o valor de fundo de tabela – Chamusca. Situações idênticas ocorrem em Ponte de Lima, em Caminha, em Évora e em Vila Viçosa.Onde o serviço foi concessionado a empresas do sector privado, o caso muda de figura: os valores são geralmente mais elevados. É o caso da Figueira da Foz, onde cinco metros cúbicos de água custam 8,34 euros (este valor inclui a componente volumétrica e a tarifa fixa mensal). Outros exemplos podem ser avançados: Mafra (7,87 euros), Tavira (6,50), Matosinhos (5,68). A média de preços apurada pela Deco para o total dos concelhos analisados é de 4,97 euros por cinco metros cúbicos. Para além das disparidades de preços, a DECO detectou também uma enorme diversidade de escalões de contagem, que podem ir de apenas 2 (Mafra) a 18 (Castelo Branco), desconformidades na dimensão dos escalões e diferentes formas de cálculo do valor a pagar. Há municípios, diz a associação, que fazem com que o utente pague todo o consumo com base no custo do escalão do último metro cúbico.A DECO propõe, num movimento que apelidou de “Água a Preço Justo”, que sejam harmonizadas, em todo o país, as estruturas tarifárias de água, nomeadamente através da utilização de “um número homogéneo e racional de escalões na componente volumétrica do tarifário”. A associação pretende, ainda, que seja estabelecida uma estrutura de tarifas simples e transparente, de forma a que o consumidor fique claramente informado sobre o valor que tem de pagar.A correcção de injustiças implica, para a Deco, o fim dos contratos que impõe, para a totalidade do consumo, o preço do escalão do último metro cúbico consumido. E a transparência determina, segundo a associação de defesa do consumidor, que as empresas que gerem os serviços publicitem a justificação dos valores cobrados.
A DECO demora a tirar conclusões. Com esta notícia, aposto que vai renascer o movimento contra o preço da água na Figueira.
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